Mudanças entre as edições de "Cléo Pires"

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'''Cléo Pires''' (do grego Κλειώ, latinizado com '''''Kleios''''' ou '''''Clio''''') é uma das nove musas de 2010, e, junto com suas irmãs, filhas de [[Zeus]] e [[Mnemósine]], habita o monte de Vênus.
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[[file:Cleopiresnua1.jpg|thumb|left|Cléo Pires mostrando do que é feita]]
Cléo Pires (do grego Κλειώ, latinizado com ''Kleios'' ou ''Clio'') é uma das nove musas de 2010, e, junto com suas irmãs, filhas de [[Zeus]] e [[Mnemósine]], habita o monte de Vênus.
 
O nome ''Cléo Pires'' vem do seu título Καλλίπυγος (''calipígia''), que em grego
quer dizer ''aquela que tem uma bela bunda'' (o que é uma coisa rara na mitologia grega, porque os gregos não gostavam de bunda de mulher, apreciando muito as bundas dos garotinhos), através da versão em Latim encontrada em [[Cícero]] ''caliopigeia'', modificada no latim medieval para ''cliopireis'' e escrita, nos [[Lusíadas]] de [[Camões]] como ''cleopires''.
 
Cleo Pires é a musa da história e da criatividade, e em seus templos é representada de monoquíni saindo das águas, ajoelhada e mostrando a bunda, nua na água como uma ninfa aquática, ou como musa protetora da [[Rio de Janeiro (cidade)|cidade do Rio de Janeiro]].
 
Uma versão alternativa do seu mito, atribuída no texto medieval <s>Sunda, aquele que comeu a sua bunda</s> Suda ao mitógrafo grego [[Príapo]] de [[Síbaris]], diz que seu pai era Fabiojunior e sua mãe era a ninfa Índia, filha do Sol (o deus Hélio). Segundo esta mitologia, ela era irmã do monstro mitológico [[Fiuk]], que aparece na lenda da coloridomaquia pelo heroi [[Felipeneto]].
 
Outra lenda de Cléo Pires está relacionada ao patricarca bíblico Benjamim, que encontra a musa em várias fases da sua vida. Enquanto Benjamim envelhece, a musa está sempre jovem, gostosa e tentadora, mas ele não consegue comê-la nunca, terminando seus dias louco, como punição por sua ''hubris''.